domingo, 27 de dezembro de 2009

Lançamento de Site focado em Análise Gráfica / Análise Técnica

Lançamento de Site focado em Análise Gráfica / Análise Técnica, com conteúdo gratuito e exclusivo para o entendimento das análises de ações com muitos artigos e vídeos.

Acessem www.analisetecnicaacoes.com.br

sábado, 5 de dezembro de 2009

Nova turma em Dezembro em Belo Horizonte BH

Abrimos turma extra em Belo Horizonte dos nossos cursos para investimento em ações.

Além de 5 e 6 de dezembro, voltaremos a BH dias 12 e 13 de dezembro, com o cursos Intensivo Análise Gráfica (Análise Técnica) e para estratégias de curto prazo, o Day Trade.
Será no Hotel Promenade, localizado no Bairro de Savassi.

Informações e inscrições no www.seuconsultorfinanceiro.com.br

Desconto de 20% para leitores do Blog, com inscrição até 10 de dezembro.

domingo, 1 de novembro de 2009

Novidades em Novembro

Prezados Investidores, com o aumento da volatidade das ações de nossa bolsa de valores (Bovespa), os investidores, principalmente do home broker, precisam estar mais atentos, e estratégias de curto prazo, como Day Trade e Swing Trade, entraram novamente em destaque, e além dos cursos focados nessas estratégias (informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial.php?secao=64) apresentarei workshop na Um Investimensto (informações: comercial@eum.com.br) totalmente gratuito aqui em São Paulo.
Abraços
Leandro Martins
www.seuconsultorfinanceiro.com.br

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Curso Intensivo Análise Gráfica e Day Trade

APRENDA A INVESTIR EM AÇÕES COM OS CURSOS INTENSIVO ANÁLISE GRÁFICA E DAY TRADE

Curso presencial em todo o Brasil para Aprender a Lucrar com Ações (seja na alta ou na baixa das ações).
Ministrado em linguagem clara e completa, onde é aplicado cada item em operações reais.
Formatado para turmas reduzidas, o que facilita a participação do aluno no transcorrer do curso.
Há a entrega de apostila e certificado. Após a realização do curso é enviado, regularmente aos ex-alunos, análises gráficas realizadas pelo expositor.

INTENSIVO ANÁLISE GRÁFICA (ANÁLISE TÉCNICA) - REALIZADO AOS SÁBADOS

A Análise Gráfica (Técnica) é a ferramenta utilizada por investidores profissionais (conhecidos como traders), ou mesmo amadores, para o estudo do mercado de renda variável (como o de ações). A partir dela é possível identificar pontos de compra e de venda das ações. Disponível a qualquer um que possua um computador, ela é o mais importante método de análise para ganhar com ações.
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=4

DAY TRADE - REALIZADO AOS DOMINGOS

Day trade consiste em uma operação iniciada e encerrada no mesmo dia (compra e venda ou venda e compra). O intuito desta estratégia é aproveitar a grande volatilidade presente no mercado de ações. Nessa operação os riscos são menores (não existência de gaps de abertura e stop mais curto) e há maior potencial de retorno (possibilidade de alavancagem sem juros e independência em relação à tendência).
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=5

Instrutor – Leandro Martins , CNPI
Economista, com MBA em finanças pela USP e pela FIPE. Mestrado Internacional na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento com CNPI registrado pela Apimec e pela CVM.
Autor do livro: Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro.
Especialista em Análise Gráfica de Ações.

http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/

IPO da VisaNet

Após passada a euforia do mercado, onde haviam IPOs com muita frequência, voltaremos a ter um nova oferta pública de grande porta da empresa VisaNet. Conforme informado pela VisaNet, as ações distribuídas no âmbito da oferta serão listadas no Novo Mercado, segmento especial com alto grau de Governança Corporativa da BM&F Bovespa, sob o código VNET3.

A oferta será destinada ao público em geral, observando os limites mínimo e máximo de investimento, entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. O preço de cada ação, será fixado entre o intervalo de 12,00 a 15,00 reais, e uma possível previsão é de abertura em 17,00 reais. Tal operação poderá atingir valor total de captação de R$ 9,7 bilhões, o que ultrapassaria o primeira lugar entre as ofertas iniciais brasileiras da OGX Petróleo, a qual captou R$6,7 bilhões. O encerramento do período de reservas será dado no próximo dia 24 de junho.

Mas o que é um IPO, e quais os riscos e suas características?

Uma Oferta pública inicial de ações é feita quando uma empresa limitada abre seu capital, transformando-se em uma Sociedade Anônima, com isso ela venderá suas ações na bolsa de valores.

Ao aplicar em uma empresa que está abrindo o seu capital, é importante antes de fazer a reserva junto à sua corretora analisar detalhadamente o prospecto (documento o qual possui diversas informações sobre a companhia), verificando as informações da empresa como os principais fatores de risco (item que descreve os pontos fracos da empresa e possíveis cenários macroeconômicos que poderão vir a prejudicar sua performance). Atentar também aos itens: histórico, visão geral do setor, descrição do negócio e política de dividendos, como também às demonstrações financeiras da empresa. Com isso analisar sua posição perante seus concorrentes, evolução do resultado operacional, situação de seu setor perante a economia entre outros aspectos. É interessante verificar o destino dos recursos a serem captados, e com isso analisar a reposta do investidor a essa emissão.

O processo de formação de preços é efetuado através de Bookbuilding normalmente através de um leilão de oferta, que auxilia na definição da remuneração e outras características de títulos e valores mobiliários, de forma a refletir as condições de mercado por ocasião de sua efetiva colocação à venda.

OFERTA SECUNDÁRIA
A oferta secundária de ações tem processo parecido com a primária, mas em vez do recurso obtido com as vendas das ações serem alocados para uma eventual alavancagem financeira via investimentos ou pagamento de possível dívida da empresa eles vão diretamente ao investidor que está vendendo sua parte da companhia.

Link do Prospecto da Oferta: http://www.cblc.com.br/cblc/Home/Noticias/Noticia10062009.asp

Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e Mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”. Instrutor dos cursos: “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”.

segunda-feira, 23 de março de 2009

NÃO USE SEU LIMITE DO CHEQUE ESPECIAL OU PARCELE SUA FATURA DO CARTÃO DE CRÉDITO

O cheque especial e o cartão de crédito são ainda as piores formas de alguém se endividar. Enquanto um fundo de renda fixa rende no máximo 1% ao mês, uma dívida de cheque especial ou cartão de crédito gera ao banco ou administradora do cartão em torno de 10% ao mês, isto é, dez vezes mais. Algo estrondoso e maléfico a qualquer patrimônio. No Brasil, os consumidores endividados – com cheque, cartão ou carnê – são quase 50%, e o número de consumidores com alguma conta em atraso fica por volta de 40% (fonte: Fecomercio). De fato, são percentuais realmente altos e confirmam a falta de conhecimento e disciplina do brasileiro.
Cartão de crédito é útil apenas para quem ganha créditos com seu uso, como milhagens ou créditos para compras de bens, e também utiliza a diferença de um mês entre a compra e o pagamento para deixar o dinheiro aplicado. Mas nunca deve ser usado parar pagar altas taxas de anuidade nem para parcelamento com juros do valor total da fatura. Devemos sempre pagar a fatura na data de vencimento e com o valor integral, sem financiar parte alguma.
Mas, se você já entrou nessa “arapuca” e não está mais conseguindo sair (pois, além dos juros, há inúmeras taxas cobradas pela utilização dessa “armadilha”), o caminho mais rápido para se livrar dela seria contrair um financiamento junto ao banco, que beira os 5,0%, para liquidar sua dívida que é corrigida a 10% no cheque especial ou cartão de crédito. Nessa operação você deixaria de pagar 5,0% ao mês, e com isso diminuindo o prazo para liquidá-la. Essa diferença de taxa é conseguida porque o banco tem menores custos ao emprestar um valor com antecedência, visto que, ao se utilizar cheque especial, o dinheiro é utilizado sem que o banco sequer seja avisado.
Mas cuidado para não cair na tentação de entrar em um novo financiamento e não quitar o anterior, pois assim você estaria apenas aumentando seu problema em vez de solucioná-lo.

Quadro 1.1 Taxas de juros para pessoa física (média nacional).
Empréstimo pessoal (banco) 5,21%
Comércio 5,93%
Cheque especial 7,61%
Cartão de crédito 10,34%
Empréstimo pessoal (financeiras) 11,07%

Fonte: Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) – dez./2007.

Ainda há a possibilidade de renegociar sua dívida, solicitando juros menores, ou alongamento do prazo sem alterar o juro final a ser pago. Mas nunca se deve aceitar a primeira proposta do credor. Alguns credores, quando solicitado, chegam a parcelar a dívida sem juros, e ainda com algum desconto, a fim de receber de volta o valor principal da dívida. Vale lembrar que o credor não faz propaganda disso para não incentivar outros a tentar a mesma renegociação e assim reduzir seus lucros.
Uma comprovação dessa atitude dos credores são as empresas de créditos pessoais, que, devido ao grande índice de inadimplência, freqüentemente convocam seus clientes com dívidas em atraso por mais de três meses para oferecerem abatimentos em torno de 30% para os interessados na liquidação da dívida.
Quanto ao cartão de crédito, quem não consegue pagar o total da fatura por dois meses deve negociar com a administradora. Você deve escrever uma carta descrevendo o motivo do atraso e a maneira como se propõe a quitar tal débito. Envie a carta sempre ao emissor do cartão, que em geral é um banco (não mande o documento à administradora, a chamada bandeira do cartão). Depois de fechado o acordo, não deixe de cumpri-lo; em caso de dúvida, releia o seu contrato ou procure o Procon de sua cidade.

Abaixo segue gráfico de comparação para observarmos as altas taxas cobradas pelos financiamentos.

Gráfico 1.1 Comparação do valor futuro de R$ 1.000,00 em 12 meses em diferentes modalidades.

Cuidado: Financiamentos e crédito pessoal excluem de suas taxas divulgadas despesas como a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) e o Imposto sobre Operação Financeira (IOF). Com elas incorporadas, as taxas ficam muito mais altas.

Alternativa de crédito mais barata - Crédito consignado
Modalidade de crédito com desconto em folha de pagamento. Possui menor risco de inadimplência visto que o pagamento é debitado diretamente da folha de pagamento, ou seja, não há como não pagar. Com isso, a taxa de juros consegue ser menor que um crédito comum (abaixo de 2,0% a.m.). Popular para os aposentados, esta modalidade de crédito está se expandido para outros públicos, e seus juros já são os menores do mercado.


Artigo elaborado por Leandro Martins, economista com MBA em finanças pela USP e mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”.

QUAL UTILIZAR: ANÁLISE FUNDAMENTALISTA OU ANÁLISE GRÁFICA PARA INVESTIR EM AÇÕES?

Em um investimento em ações as duas escolas de análises existentes para selecionar os ativos que irão compor uma carteira de investimento são: a análise fundamentalista e a análise gráfica (esta também conhecida como análise técnica).

A análise fundamentalista considera os fundamentos de uma empresa, com base em interpretação de dados e indicadores disponibilizados, e considerados como verdadeiros. Tais interpretações são controvérsias e dificilmente conseguem prever o comportamento dos preços dos ativos, além de haver possibilidade de trabalhar com dados “maquiados” divulgados nos balanços e demonstrações de resultado de exercício (DRE) das empresas analisadas, como já ocorrido em casos de maior destaque como os das empresas norte-americanas Enron e Worldcom.

A análise gráfica, também conhecida como análise técnica, por sua vez, considera que todos os fatores necessários estão representados nos gráficos, na medida em que este traduz o comportamento do mercado (fundamentalistas, insiders, amadores etc) e avaliam, a partir dos gráficos, a participação desses investidores que influenciam na formação dos preços.

Na teoria fundamentalista, além do investidor não possuir o timing da operação, ele não consegue aproveitar o “zig zag” constante das ações, muito menos se prevenir de fortes realizações. No entanto, nada impede o investidor efetuar um filtro de algumas ações a partir de critérios fundamentalistas com índices P/L e P/VPA, e aplicar a essas empresas pré-selecionadas as técnicas e ferramentas presentes na Análise Gráfica / Análise Técnica para identificar a tendência da ação, momentos de reversão e fazer também o gerenciamento de risco, com isso conseguirá aplicar a máxima da análise técnica que é maximizar o lucro e minimizar o prejuízo.

A Análise Gráfica / Análise Técnica, além de identificar ações sobrecompradas (com preços muito elevados) e sobrevendidas (preços muito depreciados), ela consegue nos dar o tempo correto para efetuar uma ordem de compra e venda. Para isso é preciso a quem está efetuando a Análise Gráfica, que tenha conhecimento suficiente para exercer tal atividade. Contudo, apesar da existência de regras claras e objetivas, a aplicação da Análise Técnica também envolve certo nível de experiência adquirido com muito estudo e através de cursos, onde o aluno conseguirá absorver grande parte da experiência possuída pelo professor.


Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e FIPE, e Mestrado em economia na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado na CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”.
Instrutor dos cursos “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”, ministrados em todo o Brasil.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DESVANTAGENS DOS PLANOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA

artigo extraído do www.seuconsultorfinanceiro.com.br

Muito indicado pelos bancos para quem pretende ter uma renda quando se aposentar, os planos de previdência se tornaram produtos bem populares. Separados entre PGBL e VGBL, tais planos apresentam algumas desvantagens não sempre esclarecidas. Disponho abaixo algumas das principais:


Baixa rentabilidade frente a outras opções de investimentos - ao buscar outras opções de investimentos encontra-se produtos mais rentáveis;

Maiores riscos, a empresa administradora do plano pode quebrar e o investidor perder todo o patrimônio investido – diferentemente dos investimentos garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) como o CDB, dos fundos de investimentos que contam com CNPJ próprio com o intuito de não herdar passivos do administrador e dos títulos do Tesouro Direto que são garantidos pelo Governo;

Altas taxas administrativas - as taxas cobradas, como a de carregamento*, ainda são muito altas, maiores até do que nos fundos de investimento. Dependendo da taxa cobrada, as vantagens fiscais são anuladas;

Existências de taxas adicionais como a taxa de saída – taxa cobrada quando for necessário efetuar algum resgate;

Baixa liquidez devido a existência de carências – impossibilidade temporária de efetuar resgates;

Metodologia com base em critérios superestimados - cálculo baseado, geralmente, em uma alta expectativa de vida, onde o investidor poderá não viver até tal idade para usufruir de seu investimento.

PGBL - O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é recomendado para o cotista que preenche a declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo. Há a possibilidade de abater até 12% da renda bruta anual do Imposto de Renda. Comercializado por seguradoras, administrado por uma empresa especializada na gestão de recursos de terceiros e fiscalizado pelo Banco Central.
VGBL - O Plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é aconselhável para aqueles que não têm renda tributável, já que não é dedutível do Imposto de Renda, ainda que seja necessário o pagamento de IR sobre o ganho de capital.


* Taxa de carregamento - Taxa cobrada nos planos de previdência complementar, sobre a contribuição do segurado, para fazer face às despesas administrativas, de corretagem e colocação do plano. Não pode ser cobrada quando os recursos forem transferidos de seguradora. O porcentual máximo de carregamento permitido pela legislação vigente é de 10% para os planos estruturados na modalidade de contribuição variável, mas ela gira em torno de 0% a 5%, cobrada no aporte ou no resgate e em geral decrescente conforme o valor.

INVESTIMENTO EM AÇÕES: COMO INVESTIR E COMO EVITAR OS PRINCIPAIS ERROS

artigo extraído do www.seuconsultorfinanceiro.com.br

Muitos acreditam que para poder aplicar na bolsa é preciso possuir grandes volumes financeiros e ainda ter acesso a complexos relatórios fundamentalistas, ou possuir muito tempo para acompanhar o mercado. Completo engano de iniciante, pois a possibilidade de altos retornos fornecida pelo investimento em ações é destinada a qualquer valor financeiro, de aplicações de milhões a apenas 200 reais, e com o conhecimento da análise gráfica (também conhecida como análise técnica) o investidor consegue identificar pontos de compra e venda sem ter que acompanhar o mercado e sem a necessidade de receber relatórios interpretativos, e em alguns casos suspeitos.

MERCADO FRACIONÁRIO

Com a existência do mercado fracionário, as ações das empresas são negociadas em quantidades reduzidas, já que no lote padrão as mesmas são negociadas, geralmente, em lotes de 100 ações.

Com isso uma empresa com ação cotada a 30 reais, possui lote padrão com valor em R$3.000,00, no entanto quem quiser aplicar 300 reais nessa ação poderá comprar 10 ações do lote fracionário.

CUSTOS DE CORRETAGEM

A taxa de corretagem é a taxa paga à corretora por intermediar uma ordem de compra ou venda de ações. Alguns iniciantes acreditam que a taxa de corretagem é tabelada, e calculada de acordo com a antiga tabela Bovespa utilizada por muitas corretoras, a qual é a mais cara praticada pelo mercado e se baseia em uma fórmula com taxa variável e taxa fixa.

Atualmente são encontradas cobranças de taxas de corretagem com apenas o valor fixo de 10 reais por ordem, ou variáveis de apenas 0,3% sobre o valor da operação.

FORMA DE ANÁLISE

Para se conseguir escolher as melhores empresas e comprar e vender em bons momentos não é preciso ter uma equipe de analistas ou ter acesso a informações privilegiadas. Com o advento da informática e a divulgação de gráficos das ações, temos acesso a todas as ferramentas necessárias para analisar graficamente as melhores ações e qual o melhor momento de comprar e vender essa ação. Com isso recomenda-se o estudo da Análise Gráfica / Análise Técnica. A partir dessa análise, consegue-se identificar momentos de reversão do preço, como também identificar se a ação está em tendência de alta ou de baixa.

TEMPO DE APRENDIZADO

É provável que ao iniciar a aplicar em ações, o investidor poderá obterá mais perdas do que ganhos, pois um período de aprendizado é extremamente necessário. Com isso o simulador de ações é a melhor ferramenta para adquirir experiência sem auferir prejuízo, aliado a muito estudo, através de livros e cursos.


PRINCIPAIS ERROS DO INVESTIDOR INICIANTE EM AÇÕES
Quem inicia a operar no mercado de ações costuma cometer certos erros constantemente verificados entre os investidores. Explicado principalmente pela psicologia, esses erros necessitam ser identificados e controlados, para que, após evitá-los, se consiga resultados positivos e constantes.
Os principais erros são:
1. falta de humildade – o operador lê dois livros de análise gráfica e acha que já sabe tudo;
2. excesso de otimismo e falta de disciplina – considera que, com toda a certeza, a operação será lucrativa e não utiliza o stop (operação de venda que interrompe a perda em seu início);
3. sem metodologia – mudanças constantes na forma de operar e dos indicadores utilizados;
4. informações em excesso e o viés de confirmação – o investidor procura ter conhecimento de todos os dados disponíveis, onde os mesmos geram muita confusão, além de existir diferentes interpretações. Há também o viés de apenas reconhecer as informações que estariam de acordo com seu entendimento;e
5. compra na alta e venda na baixa – atraído pela euforia do mercado a compra é efetuada, e apenas após consecutivas quedas, e contagiado pelo pânico, a venda com grande prejuízo é realizada.

O investidor que quer obter lucros significativos e constantes, e apenas pequenos prejuízos esporádicos, necessita de certo período de aprendizado (através de livros e cursos), definir sua metodologia, operar de acordo com apenas o que vê no gráfico, e aplicar a máxima da análise técnica / análise gráfica, que é, maximizar o lucro e minimizar o prejuízo, localizando sempre, de acordo com o gráfico, os melhores pontos de entrada e saída.

Leandro Martins, economista com MBA em finanças pela USP e mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”. Instrutor dos cursos “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”, que ministrará em Ribeirão Preto nos dias 14 e 15 de março.

PRINCIPAIS MITOS RELACIONADOS AO DAY TRADE

artigo extraído do www.seuconsultorfinanceiro.com.br

Day trade consiste em uma operação iniciada e encerrada no mesmo dia (compra e venda ou venda e compra). O intuito desta estratégia é aproveitar a grande volatilidade presente no mercado de ações. Nessa operação os riscos são menores (não existência de gaps de abertura e stop mais curto) e há maior potencial de retorno (possibilidade de alavancagem sem juros e independência em relação à tendência).

MITOS

Não é vantajoso para o investidor, apenas para a corretora.
A grande maioria efetua operações sem grande conhecimento da Análise Técnica e de suas particularidades do intra-day. Realmente quem operar por dicas ou notícias, obterá fortes prejuízos no longo prazo e será vantajoso apenas para a corretora, ao contrário de quem opera com base gráfica e na experiência obtida através da Análise Técnica.

É estressante, pois é preciso operar várias vezes, e ficar o dia todo de frente para o computador.
Na verdade o melhor jeito de operar no Day Trade é utilizar uma boa técnica metodológica, onde se pretende operar uma única vez, conseguindo acompanhar a volatilidade ocorrida durante o pregão. Esta volatilidade é conseguida, na maioria das vezes, nas primeiras 2 horas, e com isso, o investidor obtém uma alta rentabilidade, com pouca operação, e em 1 ou 2 horas.

Só se consegue ganhar na alta.
Muitos investidores não sabem, mas quando a operação é caracterizada como “Day Trade” (iniciada e encerrada no mesmo dia), é permitido também iniciar uma operação vendido, ou seja, com uma venda em vez de uma compra (onde se pretende ganhar com a queda), sem custos adicionais (taxa de aluguel e, em alguns casos, corretagem adicional) como em outras operações vendidas de longo prazo.

Vantagens

Uma das vantagens é aproveitar a grande volatilidade do mercado de ações, e a oportunidade proporcionada pelas corretoras de operar alavancado, onde uma variação de 1% em uma operação de Day Trade poderá significar 4% de lucro. Independência quanto à tendência do mercado, é outra característica dessa modalidade, visto que há a opção de operar vendido. Operação também considerada menos arriscada, pois nas variações diárias há o risco de fortes gaps, além do que o stop no Day Trade é, consideravelmente, mais curto, além do lucro ser apurado diariamente. Com isso, o investidor especializado em Day Trade, tem a vantagem de dormir mais tranqüilo, e nunca ser pego de surpresa como em fortes realizações ou crises. Isso sem afetar sua rentabilidade, esta alavancada, e com a possibilidade de aumentá-la de acordo com a quantidade de operações efetuadas em cada pregão.

Peculiaridades

Muitos investidores tentam utilizar certos recursos na tentativa de obter sucesso, como: livro de ofertas, jornais, dicas, relatórios, “achômetro”, caiu muito vou comprar, e vice-versa, sites, fóruns, o índice está subindo, vou comprar, e vice-versa. Estratégias essas perdedoras e que no longo prazo levarão o investidor à falência. A melhor ferramenta para este mercado é a Análise Gráfica, porém seu uso no mercado intra-diário é totalmente peculiar, e apresenta muitas diferenças da Análise efetuada em gráficos diários e semanais. Um bom método para operar neste mercado proporcionará ao investidor uma ótima relação risco retorno, e com isso, altos lucros apurados constantemente.

Principais ferramentas gráficas para o Day Trade

Periodicidade de 1 minuto; Gap gerado no preço do leilão de abertura (preço definido pelos amadores); Mudança da tendência de curto prazo; Candlestick importantes em candles de 1 minuto; Suporte e Resistência no Day Trade; O uso dos números do Ponto Pivot; Principais figuras do intraday; Utilização das médias móveis no intraday; Fugas das Bandas de Bollinger; Zonas de reversões nas bandas superior e inferior de Keltner no intraday; Tripla divergência no IFR; Fibonacci e Ondas de Elliot para o Day Trade.

Leandro Martins, economista com MBA em finanças pela USP e mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”. Instrutor dos cursos “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”, que ministrará em Ribeirão Preto nos dias 14 e 15 de março.