Aprenda a investir em ações e saiba identificar pontos de compra e venda das ações. Trata se de um curso intensivo, portanto vai do básico ao avançado no mesmo dia passando pelos principais pontos da Análise Gráfica: Introdução à bolsa de valores, os gráficos, teoria de Down, tendências, pivot, suporte e resistência, figuras gráficas, gaps, candlestick, indicadores e osciladores.
Adicionalmente ministramos o curso de Day Trade que consiste na operação de compra e venda de uma ação ou no mesmo dia; aproveitando a volatilidade do mercado. Como essa operações são realizadas em curto período de tempo é necessário que o investidor tenha um psicológico blindado e uma disciplina apurada, portanto o curso tem objetivo de diminuir sustos e erros além de técnicas de mecanismos de controle.
Por ser um curso que vai do básico ao avançado atinge o público de vários níveis de conhecimento sobre bolsa de valores além do mais podemos conceder como pré curso nossos cursos virtuais para iniciantes. Para o aluno que já possui conhecimento pode utilizar os primeiros módulos do curso como uma revisão ou até mesmo aprimorar algum assunto que não esteja totalmente claro.
Mini CV do Instrutor:
O curso será ministrado pelo instrutor Leandro Martins,
Economista,
MBA em finanças pela USP e pela FIPE;
Mestrado em Economia pela Universidade de Grenoble (França);
Especializado em fundos de investimento e análise gráfica de ações;
Profissional de Investimento certificado pelo CNPI EM 660 registrado na Comissão de Valores; Mobiliários (CVM).
Autor do livro "Aprenda a Investir - Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro";
Palestrante no Expomoney;
Professor na Andima e Apimec e responsável pela Área de Análise Técnica da Técnica Assessoria de Mercado de Capitais;
Experiência em corretora como Analista;
Colunista do programa Elas e Lucros.
Investimento
Curso Intensivo Análise Gráfica (sábado): R$ 500,00
Curso Day Trade (domingo): R$ 500,00
Cursos Intensivo Análise Gráfica (sábado) e Day Trade (domingo): R$ 750,00
Estamos com uma promoção para leitores deste blog, concedemos 20% de desconto para quem for realizar os cursos neste período, basta cadastra-se através do site: www.seuconsultorfinanceiro.com.br e em observações colocar “PROMO01”.
Agenda
24/07 - Intensivo Análise Gráfica - Rio de Janeiro
25/07 - Day Trade - Rio de Janeiro
14/08 - Intensivo Análise Gráfica - Brasília
15/08 - Day Trade - Brasília
28/08 - Intensivo Análise Gráfica - Belo Horizonte
29/08 - Day Trade - Belo Horizonte
04/09 - Intensivo Análise Gráfica - Porto Alegre
05/09 - Day Trade - Porto Alegre
11/09 - Intensivo Análise Gráfica - Campinas
12/09 - Day Trade - Campinas
18/09 - Intensivo Análise Gráfica - Curitiba
19/09 - Day Trade - Curitiba
25/09 Intensivo Análise Técnica - São Paulo
26/09 Day Trade - São Paulo
quarta-feira, 21 de julho de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Os 10 principais erros ao investir em ações
Os principais erros de um investidor iniciante em ações
Por Leandro Martins (leandro@seuconsultorfinanceiro.com.br)
Conheça os 10 principais e saiba como se proteger
Quem inicia a operar no mercado de ações costuma a cometer certos erros constantemente verificados. Explicado principalmente pela psicologia, esses erros necessitam ser identificados e controlados, para que, após evitá-los, se consiga resultados positivos e constantes.
Os principais erros são:
1. pressa nas operações – muitos investidores aplicam todo o capital em ações e acabam pagando o pedágio do aprendizado, com as perdas iniciais. Existem simuladores que proporcionam experiência ao investidor sem tais perdas iniciais. Em seguida é recomendável um aumento gradual da exposição em ações;
2. falta de humildade – o operador lê dois livros de análise gráfica e acha que já sabe tudo;
3. excesso de otimismo – considera que, com toda a certeza, a operação será lucrativa;
4. falta de disciplina – contagiado pelo excesso de otimismo e vencido pelo fator emocional o investidor não utiliza o stop (parada);
5. sem metodologia – mudanças constantes na forma de operar e dos indicadores utilizados. O investidor não defini um set up;
6. informações em excesso – o investidor procura ter conhecimento de todos os dados disponíveis, onde os mesmos geram muita confusão.
7. viés de confirmação – com acesso a muitas informações, o investidor tende apenas reconhecer as informações que estariam de acordo com seu entendimento. Por exemplo, em posse de ação em forte tendência de baixa, e que apresente a ele alto prejuízos. Ao verificar as notícias de tal empresa, ele pode acessar dez notícias ruins, mas ao ler apenas uma relativamente boa, irá vibrar de alegria e acreditar que a empresa irá recuperar-se e que sua análise anterior foi excelente.
8. compra na alta – atraído pela euforia do mercado a compra é efetuada, quando a análise gráfica poderia alertar que a ação já estaria para entrar em momento de reversão.
9. vende na baixa – apenas após consecutivas quedas, e contagiado pelo pânico, a venda com grande prejuízo é realizada. Justamente momento de uma reversão para uma alta, já que nesse momento acabaram os vendedores.
10. excesso de ganância – atraído pela ganância o investidor assumi maiores riscos em operações extremamente alavancadas como no mercado a termo e de opções, onde poderá perder tudo e até mesmo ficar extremamente endividado.
O investidor que queira obter lucros significativos e constantes e apenas pequenos prejuízos esporádicos, necessita de certo período de aprendizado (através de livros e cursos com professores certificados pelo CNPI), definir sua metodologia, operar de acordo com apenas o que vê no gráfico, e aplicar a máxima da análise técnica, que é, maximizar o lucro e minimizar o prejuízo, localizando sempre, de acordo com a análise gráfica (análise técnica), os melhores pontos de entrada e saída.
Leandro Martins: Mestre em Economia especializado em Análise Gráfica de Ações. CNPI registrado pela CVM. Responsável pela área de Análise Gráfica da Técnica Assessoria. Professor do Seu Consultor Financeiro por onde ministra cursos de Análise Gráfica e de Day Trade em todo o Brasil. Fundador dos sites: www.seuconsultorfinanceiro.com.br e www.analisetecnicaacoes.com.br
Por Leandro Martins (leandro@seuconsultorfinanceiro.com.br)
Conheça os 10 principais e saiba como se proteger
Quem inicia a operar no mercado de ações costuma a cometer certos erros constantemente verificados. Explicado principalmente pela psicologia, esses erros necessitam ser identificados e controlados, para que, após evitá-los, se consiga resultados positivos e constantes.
Os principais erros são:
1. pressa nas operações – muitos investidores aplicam todo o capital em ações e acabam pagando o pedágio do aprendizado, com as perdas iniciais. Existem simuladores que proporcionam experiência ao investidor sem tais perdas iniciais. Em seguida é recomendável um aumento gradual da exposição em ações;
2. falta de humildade – o operador lê dois livros de análise gráfica e acha que já sabe tudo;
3. excesso de otimismo – considera que, com toda a certeza, a operação será lucrativa;
4. falta de disciplina – contagiado pelo excesso de otimismo e vencido pelo fator emocional o investidor não utiliza o stop (parada);
5. sem metodologia – mudanças constantes na forma de operar e dos indicadores utilizados. O investidor não defini um set up;
6. informações em excesso – o investidor procura ter conhecimento de todos os dados disponíveis, onde os mesmos geram muita confusão.
7. viés de confirmação – com acesso a muitas informações, o investidor tende apenas reconhecer as informações que estariam de acordo com seu entendimento. Por exemplo, em posse de ação em forte tendência de baixa, e que apresente a ele alto prejuízos. Ao verificar as notícias de tal empresa, ele pode acessar dez notícias ruins, mas ao ler apenas uma relativamente boa, irá vibrar de alegria e acreditar que a empresa irá recuperar-se e que sua análise anterior foi excelente.
8. compra na alta – atraído pela euforia do mercado a compra é efetuada, quando a análise gráfica poderia alertar que a ação já estaria para entrar em momento de reversão.
9. vende na baixa – apenas após consecutivas quedas, e contagiado pelo pânico, a venda com grande prejuízo é realizada. Justamente momento de uma reversão para uma alta, já que nesse momento acabaram os vendedores.
10. excesso de ganância – atraído pela ganância o investidor assumi maiores riscos em operações extremamente alavancadas como no mercado a termo e de opções, onde poderá perder tudo e até mesmo ficar extremamente endividado.
O investidor que queira obter lucros significativos e constantes e apenas pequenos prejuízos esporádicos, necessita de certo período de aprendizado (através de livros e cursos com professores certificados pelo CNPI), definir sua metodologia, operar de acordo com apenas o que vê no gráfico, e aplicar a máxima da análise técnica, que é, maximizar o lucro e minimizar o prejuízo, localizando sempre, de acordo com a análise gráfica (análise técnica), os melhores pontos de entrada e saída.
Leandro Martins: Mestre em Economia especializado em Análise Gráfica de Ações. CNPI registrado pela CVM. Responsável pela área de Análise Gráfica da Técnica Assessoria. Professor do Seu Consultor Financeiro por onde ministra cursos de Análise Gráfica e de Day Trade em todo o Brasil. Fundador dos sites: www.seuconsultorfinanceiro.com.br e www.analisetecnicaacoes.com.br
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erros ao investir em ações
Conheça as novas cédulas do Real
As notas entrarão em circulação de forma gradual até 2012, mas as atuais, que circulam praticamente sem alteração há 15 anos, continuarão valendo até a substituição total.
Segundo o Banco Central, as primeiras cédulas a serem lançadas serão as de R$ 100 e de R$ 50, que demandam maior segurançacontra falsificações, por serem os valores mais elevados em circulação. No primeiro semestre de 2011, serão lançadas mais duas denominações – R$ 20 e R$ 10 –, devendo toda a nova família estar em circulação em um período de dois anos.
A mudança do tamanho e a adoção das marcas táteis facilitam o reconhecimento do valor das notas para os deficientes visuais, que até então, tinham grande dificuldade em distingui-las.
As notas mantêm as cores e a temática – a efígie da República na frente e animais da flora brasileira no verso, mas os elementos gráficos foram redesenhados.
Segundo o Banco Central, por conta dos recursos gráficos mais sofisticados, será mais difícil falsificá-las.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que as novas cédulas só confirmam a solidez da economia.
As notas de maior valor (R$50 e R$100) começam a circular ainda no primeiro semestre de 2010. As notas menores (R$2 , R$5, R$10 e R$20) serão trocadas gradualmente até 2012.
Segundo o Banco Central, as primeiras cédulas a serem lançadas serão as de R$ 100 e de R$ 50, que demandam maior segurançacontra falsificações, por serem os valores mais elevados em circulação. No primeiro semestre de 2011, serão lançadas mais duas denominações – R$ 20 e R$ 10 –, devendo toda a nova família estar em circulação em um período de dois anos.
A mudança do tamanho e a adoção das marcas táteis facilitam o reconhecimento do valor das notas para os deficientes visuais, que até então, tinham grande dificuldade em distingui-las.
As notas mantêm as cores e a temática – a efígie da República na frente e animais da flora brasileira no verso, mas os elementos gráficos foram redesenhados.
Segundo o Banco Central, por conta dos recursos gráficos mais sofisticados, será mais difícil falsificá-las.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que as novas cédulas só confirmam a solidez da economia.
As notas de maior valor (R$50 e R$100) começam a circular ainda no primeiro semestre de 2010. As notas menores (R$2 , R$5, R$10 e R$20) serão trocadas gradualmente até 2012.
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domingo, 27 de dezembro de 2009
Lançamento de Site focado em Análise Gráfica / Análise Técnica
Lançamento de Site focado em Análise Gráfica / Análise Técnica, com conteúdo gratuito e exclusivo para o entendimento das análises de ações com muitos artigos e vídeos.
Acessem www.analisetecnicaacoes.com.br
Acessem www.analisetecnicaacoes.com.br
sábado, 5 de dezembro de 2009
Nova turma em Dezembro em Belo Horizonte BH
Abrimos turma extra em Belo Horizonte dos nossos cursos para investimento em ações.
Além de 5 e 6 de dezembro, voltaremos a BH dias 12 e 13 de dezembro, com o cursos Intensivo Análise Gráfica (Análise Técnica) e para estratégias de curto prazo, o Day Trade.
Será no Hotel Promenade, localizado no Bairro de Savassi.
Informações e inscrições no www.seuconsultorfinanceiro.com.br
Desconto de 20% para leitores do Blog, com inscrição até 10 de dezembro.
Além de 5 e 6 de dezembro, voltaremos a BH dias 12 e 13 de dezembro, com o cursos Intensivo Análise Gráfica (Análise Técnica) e para estratégias de curto prazo, o Day Trade.
Será no Hotel Promenade, localizado no Bairro de Savassi.
Informações e inscrições no www.seuconsultorfinanceiro.com.br
Desconto de 20% para leitores do Blog, com inscrição até 10 de dezembro.
domingo, 1 de novembro de 2009
Novidades em Novembro
Prezados Investidores, com o aumento da volatidade das ações de nossa bolsa de valores (Bovespa), os investidores, principalmente do home broker, precisam estar mais atentos, e estratégias de curto prazo, como Day Trade e Swing Trade, entraram novamente em destaque, e além dos cursos focados nessas estratégias (informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial.php?secao=64) apresentarei workshop na Um Investimensto (informações: comercial@eum.com.br) totalmente gratuito aqui em São Paulo.
Abraços
Leandro Martins
www.seuconsultorfinanceiro.com.br
Abraços
Leandro Martins
www.seuconsultorfinanceiro.com.br
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Curso Intensivo Análise Gráfica e Day Trade
APRENDA A INVESTIR EM AÇÕES COM OS CURSOS INTENSIVO ANÁLISE GRÁFICA E DAY TRADE
Curso presencial em todo o Brasil para Aprender a Lucrar com Ações (seja na alta ou na baixa das ações).
Ministrado em linguagem clara e completa, onde é aplicado cada item em operações reais.
Formatado para turmas reduzidas, o que facilita a participação do aluno no transcorrer do curso.
Há a entrega de apostila e certificado. Após a realização do curso é enviado, regularmente aos ex-alunos, análises gráficas realizadas pelo expositor.
INTENSIVO ANÁLISE GRÁFICA (ANÁLISE TÉCNICA) - REALIZADO AOS SÁBADOS
A Análise Gráfica (Técnica) é a ferramenta utilizada por investidores profissionais (conhecidos como traders), ou mesmo amadores, para o estudo do mercado de renda variável (como o de ações). A partir dela é possível identificar pontos de compra e de venda das ações. Disponível a qualquer um que possua um computador, ela é o mais importante método de análise para ganhar com ações.
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=4
DAY TRADE - REALIZADO AOS DOMINGOS
Day trade consiste em uma operação iniciada e encerrada no mesmo dia (compra e venda ou venda e compra). O intuito desta estratégia é aproveitar a grande volatilidade presente no mercado de ações. Nessa operação os riscos são menores (não existência de gaps de abertura e stop mais curto) e há maior potencial de retorno (possibilidade de alavancagem sem juros e independência em relação à tendência).
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=5
Instrutor – Leandro Martins , CNPI
Economista, com MBA em finanças pela USP e pela FIPE. Mestrado Internacional na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento com CNPI registrado pela Apimec e pela CVM.
Autor do livro: Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro.
Especialista em Análise Gráfica de Ações.
http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/
Curso presencial em todo o Brasil para Aprender a Lucrar com Ações (seja na alta ou na baixa das ações).
Ministrado em linguagem clara e completa, onde é aplicado cada item em operações reais.
Formatado para turmas reduzidas, o que facilita a participação do aluno no transcorrer do curso.
Há a entrega de apostila e certificado. Após a realização do curso é enviado, regularmente aos ex-alunos, análises gráficas realizadas pelo expositor.
INTENSIVO ANÁLISE GRÁFICA (ANÁLISE TÉCNICA) - REALIZADO AOS SÁBADOS
A Análise Gráfica (Técnica) é a ferramenta utilizada por investidores profissionais (conhecidos como traders), ou mesmo amadores, para o estudo do mercado de renda variável (como o de ações). A partir dela é possível identificar pontos de compra e de venda das ações. Disponível a qualquer um que possua um computador, ela é o mais importante método de análise para ganhar com ações.
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=4
DAY TRADE - REALIZADO AOS DOMINGOS
Day trade consiste em uma operação iniciada e encerrada no mesmo dia (compra e venda ou venda e compra). O intuito desta estratégia é aproveitar a grande volatilidade presente no mercado de ações. Nessa operação os riscos são menores (não existência de gaps de abertura e stop mais curto) e há maior potencial de retorno (possibilidade de alavancagem sem juros e independência em relação à tendência).
Informações em: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=5
Instrutor – Leandro Martins , CNPI
Economista, com MBA em finanças pela USP e pela FIPE. Mestrado Internacional na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento com CNPI registrado pela Apimec e pela CVM.
Autor do livro: Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro.
Especialista em Análise Gráfica de Ações.
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análise técnica
IPO da VisaNet
Após passada a euforia do mercado, onde haviam IPOs com muita frequência, voltaremos a ter um nova oferta pública de grande porta da empresa VisaNet. Conforme informado pela VisaNet, as ações distribuídas no âmbito da oferta serão listadas no Novo Mercado, segmento especial com alto grau de Governança Corporativa da BM&F Bovespa, sob o código VNET3.
A oferta será destinada ao público em geral, observando os limites mínimo e máximo de investimento, entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. O preço de cada ação, será fixado entre o intervalo de 12,00 a 15,00 reais, e uma possível previsão é de abertura em 17,00 reais. Tal operação poderá atingir valor total de captação de R$ 9,7 bilhões, o que ultrapassaria o primeira lugar entre as ofertas iniciais brasileiras da OGX Petróleo, a qual captou R$6,7 bilhões. O encerramento do período de reservas será dado no próximo dia 24 de junho.
Mas o que é um IPO, e quais os riscos e suas características?
Uma Oferta pública inicial de ações é feita quando uma empresa limitada abre seu capital, transformando-se em uma Sociedade Anônima, com isso ela venderá suas ações na bolsa de valores.
Ao aplicar em uma empresa que está abrindo o seu capital, é importante antes de fazer a reserva junto à sua corretora analisar detalhadamente o prospecto (documento o qual possui diversas informações sobre a companhia), verificando as informações da empresa como os principais fatores de risco (item que descreve os pontos fracos da empresa e possíveis cenários macroeconômicos que poderão vir a prejudicar sua performance). Atentar também aos itens: histórico, visão geral do setor, descrição do negócio e política de dividendos, como também às demonstrações financeiras da empresa. Com isso analisar sua posição perante seus concorrentes, evolução do resultado operacional, situação de seu setor perante a economia entre outros aspectos. É interessante verificar o destino dos recursos a serem captados, e com isso analisar a reposta do investidor a essa emissão.
O processo de formação de preços é efetuado através de Bookbuilding normalmente através de um leilão de oferta, que auxilia na definição da remuneração e outras características de títulos e valores mobiliários, de forma a refletir as condições de mercado por ocasião de sua efetiva colocação à venda.
OFERTA SECUNDÁRIA
A oferta secundária de ações tem processo parecido com a primária, mas em vez do recurso obtido com as vendas das ações serem alocados para uma eventual alavancagem financeira via investimentos ou pagamento de possível dívida da empresa eles vão diretamente ao investidor que está vendendo sua parte da companhia.
Link do Prospecto da Oferta: http://www.cblc.com.br/cblc/Home/Noticias/Noticia10062009.asp
Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e Mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”. Instrutor dos cursos: “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”.
A oferta será destinada ao público em geral, observando os limites mínimo e máximo de investimento, entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. O preço de cada ação, será fixado entre o intervalo de 12,00 a 15,00 reais, e uma possível previsão é de abertura em 17,00 reais. Tal operação poderá atingir valor total de captação de R$ 9,7 bilhões, o que ultrapassaria o primeira lugar entre as ofertas iniciais brasileiras da OGX Petróleo, a qual captou R$6,7 bilhões. O encerramento do período de reservas será dado no próximo dia 24 de junho.
Mas o que é um IPO, e quais os riscos e suas características?
Uma Oferta pública inicial de ações é feita quando uma empresa limitada abre seu capital, transformando-se em uma Sociedade Anônima, com isso ela venderá suas ações na bolsa de valores.
Ao aplicar em uma empresa que está abrindo o seu capital, é importante antes de fazer a reserva junto à sua corretora analisar detalhadamente o prospecto (documento o qual possui diversas informações sobre a companhia), verificando as informações da empresa como os principais fatores de risco (item que descreve os pontos fracos da empresa e possíveis cenários macroeconômicos que poderão vir a prejudicar sua performance). Atentar também aos itens: histórico, visão geral do setor, descrição do negócio e política de dividendos, como também às demonstrações financeiras da empresa. Com isso analisar sua posição perante seus concorrentes, evolução do resultado operacional, situação de seu setor perante a economia entre outros aspectos. É interessante verificar o destino dos recursos a serem captados, e com isso analisar a reposta do investidor a essa emissão.
O processo de formação de preços é efetuado através de Bookbuilding normalmente através de um leilão de oferta, que auxilia na definição da remuneração e outras características de títulos e valores mobiliários, de forma a refletir as condições de mercado por ocasião de sua efetiva colocação à venda.
OFERTA SECUNDÁRIA
A oferta secundária de ações tem processo parecido com a primária, mas em vez do recurso obtido com as vendas das ações serem alocados para uma eventual alavancagem financeira via investimentos ou pagamento de possível dívida da empresa eles vão diretamente ao investidor que está vendendo sua parte da companhia.
Link do Prospecto da Oferta: http://www.cblc.com.br/cblc/Home/Noticias/Noticia10062009.asp
Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e Mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”. Instrutor dos cursos: “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”.
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segunda-feira, 23 de março de 2009
NÃO USE SEU LIMITE DO CHEQUE ESPECIAL OU PARCELE SUA FATURA DO CARTÃO DE CRÉDITO
O cheque especial e o cartão de crédito são ainda as piores formas de alguém se endividar. Enquanto um fundo de renda fixa rende no máximo 1% ao mês, uma dívida de cheque especial ou cartão de crédito gera ao banco ou administradora do cartão em torno de 10% ao mês, isto é, dez vezes mais. Algo estrondoso e maléfico a qualquer patrimônio. No Brasil, os consumidores endividados – com cheque, cartão ou carnê – são quase 50%, e o número de consumidores com alguma conta em atraso fica por volta de 40% (fonte: Fecomercio). De fato, são percentuais realmente altos e confirmam a falta de conhecimento e disciplina do brasileiro.
Cartão de crédito é útil apenas para quem ganha créditos com seu uso, como milhagens ou créditos para compras de bens, e também utiliza a diferença de um mês entre a compra e o pagamento para deixar o dinheiro aplicado. Mas nunca deve ser usado parar pagar altas taxas de anuidade nem para parcelamento com juros do valor total da fatura. Devemos sempre pagar a fatura na data de vencimento e com o valor integral, sem financiar parte alguma.
Mas, se você já entrou nessa “arapuca” e não está mais conseguindo sair (pois, além dos juros, há inúmeras taxas cobradas pela utilização dessa “armadilha”), o caminho mais rápido para se livrar dela seria contrair um financiamento junto ao banco, que beira os 5,0%, para liquidar sua dívida que é corrigida a 10% no cheque especial ou cartão de crédito. Nessa operação você deixaria de pagar 5,0% ao mês, e com isso diminuindo o prazo para liquidá-la. Essa diferença de taxa é conseguida porque o banco tem menores custos ao emprestar um valor com antecedência, visto que, ao se utilizar cheque especial, o dinheiro é utilizado sem que o banco sequer seja avisado.
Mas cuidado para não cair na tentação de entrar em um novo financiamento e não quitar o anterior, pois assim você estaria apenas aumentando seu problema em vez de solucioná-lo.
Cartão de crédito é útil apenas para quem ganha créditos com seu uso, como milhagens ou créditos para compras de bens, e também utiliza a diferença de um mês entre a compra e o pagamento para deixar o dinheiro aplicado. Mas nunca deve ser usado parar pagar altas taxas de anuidade nem para parcelamento com juros do valor total da fatura. Devemos sempre pagar a fatura na data de vencimento e com o valor integral, sem financiar parte alguma.
Mas, se você já entrou nessa “arapuca” e não está mais conseguindo sair (pois, além dos juros, há inúmeras taxas cobradas pela utilização dessa “armadilha”), o caminho mais rápido para se livrar dela seria contrair um financiamento junto ao banco, que beira os 5,0%, para liquidar sua dívida que é corrigida a 10% no cheque especial ou cartão de crédito. Nessa operação você deixaria de pagar 5,0% ao mês, e com isso diminuindo o prazo para liquidá-la. Essa diferença de taxa é conseguida porque o banco tem menores custos ao emprestar um valor com antecedência, visto que, ao se utilizar cheque especial, o dinheiro é utilizado sem que o banco sequer seja avisado.
Mas cuidado para não cair na tentação de entrar em um novo financiamento e não quitar o anterior, pois assim você estaria apenas aumentando seu problema em vez de solucioná-lo.
Quadro 1.1 Taxas de juros para pessoa física (média nacional).
Empréstimo pessoal (banco) 5,21%
Comércio 5,93%
Cheque especial 7,61%
Cartão de crédito 10,34%
Empréstimo pessoal (financeiras) 11,07%
Fonte: Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) – dez./2007.
Ainda há a possibilidade de renegociar sua dívida, solicitando juros menores, ou alongamento do prazo sem alterar o juro final a ser pago. Mas nunca se deve aceitar a primeira proposta do credor. Alguns credores, quando solicitado, chegam a parcelar a dívida sem juros, e ainda com algum desconto, a fim de receber de volta o valor principal da dívida. Vale lembrar que o credor não faz propaganda disso para não incentivar outros a tentar a mesma renegociação e assim reduzir seus lucros.
Uma comprovação dessa atitude dos credores são as empresas de créditos pessoais, que, devido ao grande índice de inadimplência, freqüentemente convocam seus clientes com dívidas em atraso por mais de três meses para oferecerem abatimentos em torno de 30% para os interessados na liquidação da dívida.
Quanto ao cartão de crédito, quem não consegue pagar o total da fatura por dois meses deve negociar com a administradora. Você deve escrever uma carta descrevendo o motivo do atraso e a maneira como se propõe a quitar tal débito. Envie a carta sempre ao emissor do cartão, que em geral é um banco (não mande o documento à administradora, a chamada bandeira do cartão). Depois de fechado o acordo, não deixe de cumpri-lo; em caso de dúvida, releia o seu contrato ou procure o Procon de sua cidade.
Uma comprovação dessa atitude dos credores são as empresas de créditos pessoais, que, devido ao grande índice de inadimplência, freqüentemente convocam seus clientes com dívidas em atraso por mais de três meses para oferecerem abatimentos em torno de 30% para os interessados na liquidação da dívida.
Quanto ao cartão de crédito, quem não consegue pagar o total da fatura por dois meses deve negociar com a administradora. Você deve escrever uma carta descrevendo o motivo do atraso e a maneira como se propõe a quitar tal débito. Envie a carta sempre ao emissor do cartão, que em geral é um banco (não mande o documento à administradora, a chamada bandeira do cartão). Depois de fechado o acordo, não deixe de cumpri-lo; em caso de dúvida, releia o seu contrato ou procure o Procon de sua cidade.
Gráfico 1.1 Comparação do valor futuro de R$ 1.000,00 em 12 meses em diferentes modalidades.
Cuidado: Financiamentos e crédito pessoal excluem de suas taxas divulgadas despesas como a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) e o Imposto sobre Operação Financeira (IOF). Com elas incorporadas, as taxas ficam muito mais altas.
Alternativa de crédito mais barata - Crédito consignado
Modalidade de crédito com desconto em folha de pagamento. Possui menor risco de inadimplência visto que o pagamento é debitado diretamente da folha de pagamento, ou seja, não há como não pagar. Com isso, a taxa de juros consegue ser menor que um crédito comum (abaixo de 2,0% a.m.). Popular para os aposentados, esta modalidade de crédito está se expandido para outros públicos, e seus juros já são os menores do mercado.
Artigo elaborado por Leandro Martins, economista com MBA em finanças pela USP e mestrado em economia na França. Profissional de Investimento certificado com o CNPI, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”.
QUAL UTILIZAR: ANÁLISE FUNDAMENTALISTA OU ANÁLISE GRÁFICA PARA INVESTIR EM AÇÕES?
Em um investimento em ações as duas escolas de análises existentes para selecionar os ativos que irão compor uma carteira de investimento são: a análise fundamentalista e a análise gráfica (esta também conhecida como análise técnica).
A análise fundamentalista considera os fundamentos de uma empresa, com base em interpretação de dados e indicadores disponibilizados, e considerados como verdadeiros. Tais interpretações são controvérsias e dificilmente conseguem prever o comportamento dos preços dos ativos, além de haver possibilidade de trabalhar com dados “maquiados” divulgados nos balanços e demonstrações de resultado de exercício (DRE) das empresas analisadas, como já ocorrido em casos de maior destaque como os das empresas norte-americanas Enron e Worldcom.
A análise gráfica, também conhecida como análise técnica, por sua vez, considera que todos os fatores necessários estão representados nos gráficos, na medida em que este traduz o comportamento do mercado (fundamentalistas, insiders, amadores etc) e avaliam, a partir dos gráficos, a participação desses investidores que influenciam na formação dos preços.
Na teoria fundamentalista, além do investidor não possuir o timing da operação, ele não consegue aproveitar o “zig zag” constante das ações, muito menos se prevenir de fortes realizações. No entanto, nada impede o investidor efetuar um filtro de algumas ações a partir de critérios fundamentalistas com índices P/L e P/VPA, e aplicar a essas empresas pré-selecionadas as técnicas e ferramentas presentes na Análise Gráfica / Análise Técnica para identificar a tendência da ação, momentos de reversão e fazer também o gerenciamento de risco, com isso conseguirá aplicar a máxima da análise técnica que é maximizar o lucro e minimizar o prejuízo.
A Análise Gráfica / Análise Técnica, além de identificar ações sobrecompradas (com preços muito elevados) e sobrevendidas (preços muito depreciados), ela consegue nos dar o tempo correto para efetuar uma ordem de compra e venda. Para isso é preciso a quem está efetuando a Análise Gráfica, que tenha conhecimento suficiente para exercer tal atividade. Contudo, apesar da existência de regras claras e objetivas, a aplicação da Análise Técnica também envolve certo nível de experiência adquirido com muito estudo e através de cursos, onde o aluno conseguirá absorver grande parte da experiência possuída pelo professor.
Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e FIPE, e Mestrado em economia na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado na CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”.
Instrutor dos cursos “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”, ministrados em todo o Brasil.
A análise fundamentalista considera os fundamentos de uma empresa, com base em interpretação de dados e indicadores disponibilizados, e considerados como verdadeiros. Tais interpretações são controvérsias e dificilmente conseguem prever o comportamento dos preços dos ativos, além de haver possibilidade de trabalhar com dados “maquiados” divulgados nos balanços e demonstrações de resultado de exercício (DRE) das empresas analisadas, como já ocorrido em casos de maior destaque como os das empresas norte-americanas Enron e Worldcom.
A análise gráfica, também conhecida como análise técnica, por sua vez, considera que todos os fatores necessários estão representados nos gráficos, na medida em que este traduz o comportamento do mercado (fundamentalistas, insiders, amadores etc) e avaliam, a partir dos gráficos, a participação desses investidores que influenciam na formação dos preços.
Na teoria fundamentalista, além do investidor não possuir o timing da operação, ele não consegue aproveitar o “zig zag” constante das ações, muito menos se prevenir de fortes realizações. No entanto, nada impede o investidor efetuar um filtro de algumas ações a partir de critérios fundamentalistas com índices P/L e P/VPA, e aplicar a essas empresas pré-selecionadas as técnicas e ferramentas presentes na Análise Gráfica / Análise Técnica para identificar a tendência da ação, momentos de reversão e fazer também o gerenciamento de risco, com isso conseguirá aplicar a máxima da análise técnica que é maximizar o lucro e minimizar o prejuízo.
A Análise Gráfica / Análise Técnica, além de identificar ações sobrecompradas (com preços muito elevados) e sobrevendidas (preços muito depreciados), ela consegue nos dar o tempo correto para efetuar uma ordem de compra e venda. Para isso é preciso a quem está efetuando a Análise Gráfica, que tenha conhecimento suficiente para exercer tal atividade. Contudo, apesar da existência de regras claras e objetivas, a aplicação da Análise Técnica também envolve certo nível de experiência adquirido com muito estudo e através de cursos, onde o aluno conseguirá absorver grande parte da experiência possuída pelo professor.
Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e FIPE, e Mestrado em economia na Universidade de Grenoble.
Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado na CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro”.
Instrutor dos cursos “Intensivo Análise Gráfica” e “Day Trade”, ministrados em todo o Brasil.
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